Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/08/2021
“Quem tem fome tem pressa”, uma frase de Herbert de Souza transmite com clareza a realidade de grande parte da população mundial, onde, com a pandemia, a situação das pessoas que já viviam em um estado de miséria, se agravou ainda mais, acarretando em problemas como o atraso cognitivo de crianças carentes e o aumento da criminalidade por falta de investimentos na educação.
A primórdio, é válido citar que a fome é um problema estrutural em todo o mundo. E segundo uma pesquisa realizada pelo Ministério da Cidadania em abril de 2021, quase quinze milhões de famílias brasileiras tiveram o aumento da pobreza extrema em suas realidades. A falta de investimentos na educação é um fator de evidência para a persistência dessa problemática, tendo em vista que por falta de ensinos básicos, as crianças crescem e desenvolvem problemas cognitivos, sendo eles, inclusive, transtornos psicológicos.
Além do mais, por um desenvolvimento limitado, surge-se uma brecha para a persistência da pobreza, alimentada por esse cenário. Outrossim, pela alarmante falta de investimentos educacionais, que nascem numa realidade de calamidade, não fornecer a chance de crescer e mudar seu futuro, uma vez que, mal conseguir a oportunidade de estudar e estudar trabalhar de forma digna, o que acarreta no aumento da criminalidade, para inclusivo, sobreviver. Furtos por roupas, calçados e alimento, pessoas em estado de desnutrição, sem acesso à moradia e sendo violentadas nas ruas, recorrem a roubos para viver.
Em resumo, para a resolução dessa problemática, é de suma importância que o governo atue com a realização de programas de assistência social, fornecendo cestas básicas e suporte para famílias. Outrossim, investimentos na educação como por exemplo, o oferta de cursos totalmente gratuítos também é um grande passo. Além de creches públicas para os responsáveis das crianças poderem trabalhar. Somente assim, pode-se reverter esse quadro.