Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
A desigualdade social no Brasil é generalizada desde a época do império. Em 1850, a lei de terras tornou-se um fator que agravou essa situação. Infelizmente, essa situação ainda existe na sociedade de hoje. Diante dessa situação, diversos grupos sociais são afetados, um deles é a fome. Para reduzir o número de famintos no mundo, a Revolução Verde foi implementada para eliminar a fome, mas esse objetivo foi enganado em troca de lucro. Portanto, as medidas de combate à fome e às desigualdades sociais no século XXI são adequadas.
Antes de mais nada, é preciso citar alguns dos motivos de tais problemas no Brasil. Um deles é a distribuição desigual de renda e alimentação. Portanto, a conclusão é que existe quantidade suficiente para atender a demanda, mas nem todos podem pagar. Além disso, como os países coloniais têm sociedades estratificadas, esse ciclo é transmitido de geração em geração, com exceção da mobilidade social, é claro. Além disso, o custo de aquisição de propriedade privada no Império Brasileiro é bastante alto, muitas pessoas, principalmente negros, não possuem terras próprias. Infelizmente, esse fato reflete a situação social do Brasil, pois muitas pessoas vivem em áreas perigosas porque não podem pagar pelos imóveis.
Em segundo lugar, devem ser mencionadas as consequências da fome e da desigualdade social no país. Um deles é o fato de haver isolamento social e espacial entre os cidadãos. Em vista disso, existem ricos e pobres. Além disso, a persistência da desigualdade reduz a possibilidade de mobilidade social entre as classes, mesmo com assistência governamental, porque já existem projetos: Minha casa meu vida e Fome Zero, ambos criados durante o governo Lula. Além disso, algumas pessoas sofrem de desnutrição e violência nas ruas porque não têm onde morar. Porém, diante dessas lamentáveis realidades, o país muitas vezes ainda se encontra subdesenvolvido, com baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH).
Em suma, a fome e a desigualdade social parecem ser prejudiciais e precisam ser combatidas. Para isso, o governo deve aumentar os recursos para a construção de casas para pessoas que vivem em áreas de risco e sem-teto, de forma a protegê-las melhor de desastres naturais, como violência e deslizamentos de terra. Deve também desenvolver um novo plano de combate à fome no Brasil e abrir restaurantes populares para os sem-teto e aqueles que não têm condições de pagar pela alimentação. A educação pública de alta qualidade torna os jovens mais qualificados para empregos melhores e, em última análise, ajuda-os a sair da pobreza.