Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 14/08/2021

Na série brasileira 3%, existe uma óbvia disparidade entre classes sociais, que mostra os de classe mais baixa passando fome, enquanto as elites vivem uma vida de enbanjo. paralelo a realidade, o mundo possuí uma grande desigualdade social, onde mesmo as nações que possuem grande desperdício de comida, ainda possuem um grande contigente de pessoas subnutridas ou que de fato estão em situação de fome.

Em consequência do capitalismo, as desigualdades sociais no mundo se expandiram como nunca, e antes pessoas que teriam pelo menos como se alimentar não conseguem mais, no século XX houve a chamada revolução verde com umas das propostas de erradicar a fome, porém no final ela serviu somente para enriquecer ainda mais as classes dominantes enquanto tirava pequenos proprietários de terras do mercado, isso resultado em um agravamento do desemprego no campo e consequentemente da fome.

Enquanto isso o Brasil é um dos maiores produtores de alimentos, e ao mesmo tempo uma das maiores concentrações de renda, a revolução verde no Brasil aumentou exponencialmente a produção de comida, entretanto não serviu para o barateamento da alimentação e sim aumentou, isso pois as grandes empresas produtoras são de grande maioria focadas em exportação, por conta disso o país ainda é abastecido através de pequenas fazendas que não conseguem aproveitar a revolução verde por causa da falta de verba, resultando no aumento do custo de alimentação.

Em suma, a maior parte do mundo está em um sistema desigual que apenas quem tem capital consegue sobreviver, para amenizar o problema o governo federal precisa garantir alimentação para todos, o que se pode fazer é as prefeituras de cada cidade individualmente assinarem contratos com produtores locais, fazendo com que eles vendam os produtos “feios” que normalmente seriam jogados fora para o governo municipal, com isso a prefeitura organizará sextas básicas semanais, podendo gerar emprego através de concursos para essas entregas.