Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/08/2021
O famoso filme “O Poço” faz uma analogia à desigualde entre as classes. Assim, é denotado no filme a forma que esse sistema privilegia os mais ricos. Fora da ficção, a realidade brasileira sobre a questão dos desafios da desigualdade social e fome é uma problemática em evidência. Nesse contexto, o impasse está associado à ineficácia do Estado e à má distribuição de renda.
A princípio, é importante ressaltar que um dos fatores determinantes para a persistência desse problema é a ineficiência do Estado. Nesse sentido, o governo mostra que é parcial em ceder os mesmos direitos de qualidade para a população de classe baixa. Isso é inaceitável para que haja democratização do acesso aos serviços essenciais no Brasil. Sob esse viés, a ideia defendida pelo filósofo Aristóteles “A política tem como função preservar o afeto entre as pessoas de uma sociedade”. Assim, infere-se que o Estado deve promover a igualdade na sociedade.
Além disso, outra dificuldade enfrentada é a má distruição de renda no Brasil. Sendo assim, a discrepância de renda está associada a como a pobreza é constituída. Desse modo, é inadimissível que esse sistema permaneça nesses moldes. Sobre isso, vale citar que segundo Martin Luther King “A injustiça em um lugar qualquer é uma ameaça à justiça em todo lugar”. Tendo isso em vista, faz-se necessário que o Estado tome providências.
Portanto, afim de garantir que todas as necessidades sejam cumpridas, cabe ao Estado distribuir dinheiro às pessoas mais pobres por meio de uma auxílio chamado “Populacional”, Este auxílio visará a menor desigualdade de classes e situações de fome, promovendo uma melhor qualidade de vida para a população de baixa renda, evitando semelhanças ao filme “O Poço”.