Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

A fome é um assunto que merece deveras atenção, é algo que atinge não somente o Brasil, mas o mundo como um todo, claro que com intensidades diferentes a depender da região. Ela pode estar atrelado diretamente a questões sociêconomicas, falta de oportunidades, familias de baixa renda com pouca ou nenhuma estrutura. Então, tendo em vista esse problema, a fome, urge aos órgão de poder,

resolve-lo.

Primeiramente, analisando a má distribuição de riquezas, percebe-se que ela é um dos maiores contribuintes para a problemática da fome. No Brasil, 40% das riquezas estão concentrados nas mãos da 2% da população, segundo o IBGE, logo a consequência da falta de dinheiro é a ausência de comida, roupas e moradia, e todos esses fatores contribuem para a subnutrição da população, que segundo a ONO, corresponde a 805 milhões de pessoas.

Ademais, com a pandemia do coronavírus milhões de trabalhadores mais pobres, com poucos recursos em poupança e acesso limitado a benefícios, perderam seus empregos ou renda da noite para o dia. Com isso, durante esse período a desigualdade aumentou e consequentemente muitas famílias não tiveram dinheiro para comprar alimentos. Os dados do Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar em Contexto de Covid revelou que 55,2% da população brasileira sofre alguma ameaça ao direito aos alimentos. A situação mais severa atinge a mesma parcela vítima da extrema pobreza, principalmente mulheres chefes de família, pretas ou pardas, com baixa escolaridade e trabalho informal.

Como vimos, a fome no Brasil infelizmente ainda é uma realidade. Por isso, o governo deve criar novos programas para o combate da mesma, abrindo restaurantes populares destinados a moradores de rua e a pessoas que comprovadamente não têm condições de pagar por comida. Além disso, é considerável que uma certa quantidade de verbas devem ser direcionadas para a criação de uma educação pública de qualidade a fim de que os jovens e desempregados sejam melhores qualificados e tenham melhores empregos e, finalmente, saírem da pobreza.