Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 13/08/2021
A Constituição federal de 1988, documento mais importante do país, prevê, em seu artigo 6°, o direito à alimentação e segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal privilégio não tem se repetido com ênfase na prática quando se observa a fome e desigualdade social no século XXI. Deste modo, dificulta-se a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o problema da saúde física e mental. Nesse sentido, saúde em geral é a “base” do que precisa-se para viver, sem tê-la em condições equilibradas não irá ter uma vida de felicidades e sim de preocupações e com isso pode até desencadear ansiedade, depressão e doenças físicas, o que acaba por ser algo péssimo. Essa situação, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a alimentação e saúde, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar o fato de que o planeta Terra tem recusos suficientes para suprir as necessidades de todas as pessoas, isso tem como impulsionador de que vários indivíduos da sociedade possuem mais do que precisam e acaba por faltar para outras pessoas no Brasil. Diante de tal exposto, afeta diretamente esses que sofrem desse problema pela questão da desigualdade social que os mesmos passam apenas por não terem condições de ter recursos alimentícios. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Constata-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é necessário que o Ministério da Saúde e Segurança, por intermédio de conversas por meio de reuniões façam estratégias para, por exemplo, conseguir locais em que desponibizem comida para os que precisam e sobre a desigualdade social, façam leis mais severas para quem desrespeitar essas pessoas, a fim de que haja um país com mais respeito e com melhores condições de vida. Assim se consolidará uma sociedade mais justa, aonde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.