Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

O livro “Cidadão de papel”, de Gilberto Dimestein, propõe tirar o automotismo do olhar e enxergar as mazelas que aflingem o Brasil contemporâneo. Nesse sentido, entende-se que a fome e a desigualdade social é uma problemática presente no nosso país. Assim, seja pela má distribuição de renda, seja pela desconformidades com os objetivos de desenvolvimento da ONU, o problema permanece silenciosamente afetando grande parte da população.

Nesse raciocínio, é necessário destacar que a má distribuição de renda está diretamente relacionada com a fome e a desigualdade social. Segundo estudos da Cepal a pobreza atinge 28% da população latino-americano, o que corresponde a cerca de 170 milhões de pessoas. Isso é um problema, pois junto com a falta de renda vêm também a fome e as divergências que possuem entre as classes sociais. Assim, fica claro a necessidade de uma solução para essa problemática.

Em segundo lugar, as desconformidades em relação aos objetivos de desenvolvimentos sustentável propostos pela ONU também é um dos problema relacionados à fome e a desigualdade social. Um dos objetivos da ONU são a erradicação da pobreza e fome zero. Dessa forma, fica claro que o nosso país não cumpre tais objetivos, pois como sabemos, o Brasil possue um número muito grande de pessoas que estão no nível de pobreza e nenhuma ação é feita para reverter esse quadro. Ficando claro, mais uma vez, a necessidade de uma intervenção para que a problemática seja resolvida.

Verifica-se, então, a necessidade de uma solução para essa problemática. Portanto, é necessário que o governo federal, por meio da criação de ações mais eficazes contra a pobreza, como auxílio ao estudo e oportunidades de emprego, diminuam as desigualdades sociais na população brasileira. Dessa forma, além de diminuir a fome de forma indireta, também daremos mais um passo para um dia alcançarmos o Brasil de Quaresma.