Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/08/2021

É de conhecimento geral que a fome e a desigualdade social permanecem em pleno XXI. As causas são as mais variadas, seja pela concentração de riqueza ou por causas naturais, como por exemplo é retratado no livro Vidas Secas, de Graciliano Ramos, onde Fabiano e sua família possuem uma vida miserável e são obrigados a se deslocar de tempos em tempos para lugares menos castigados pela seca. A partir de então, é necessário que haja uma forma de resolver tal empasse.

Em primeiro lugar, o crescimento econômico ainda é insuficiente para atender às necessidades de todos, os comportamentos humanos que causam concentração de riqueza são fatores que contribuem para a desigualdade social, levando à fome e à pobreza extrema. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) afirma que, em 2018, a fome afetou 42,5 milhões de pessoas na América Latina e no Caribe, significando desaceleração econômica e o aumento da desigualdade.

Em segundo lugar, a má distribuição de renda, a falta de investimento na área social, como educação e saúde e a falta de oportunidades de trabalho ocasionam na desigualdade social. Além disso, as causas naturais como secas, enchentes etc, podem fazer com que muitas famílias passem fome, já que grande parte delas necessitam dos recursos da natureza para o cultivo e prepare de suas refeições.

Por todos os fatos mencionados é mister que, o Poder Público renove os programas que auxiliam na distribuição de renda e alimentos, como o Bolsa Família e Fome Zero, ajudando as famílias que se encontram abaixo da linha da pobreza na educação e saúde. Disponibilizar mais empregos e construir uma pequena vila para os migrantes que precisam sair de onde moram pelas causas naturais. Além de realizarem campanhas incentivando o fornecimento de alimentos para pessoas que necessitam e menos desperdício dos mesmos. A fim de acabar com a fome e desigualdade social que ainda existo no século XXI.