Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6º, o direito a lazer e moradia como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a fome e a desigualdade,dificultando,deste modo,a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o a desigualdade. Nesse sentido, deveriam buscar meios que ajudassem essas pessoas de maneira mais eficiente. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais,é fundamental apontar o alto valor do custo de vida com o salário mínimo do cidadão como impulsionador da fome no Brasil Diante de tal exposto os economistas encontrar formas para que esse salário seja mais digno. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, são imprescindíveis que o Estado, por intermédio de medidas legislativas crie leis e direitos á essas pessoas mais pobres para que consigam viver com mais dignidade. Assim, se consolidará uma sociedade mais igual, onde o Estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.