Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
Como promulgada pela Primeira Lei de Newton (lei da inércia), um corpo em movimento tende a permanecer em movimento até que uma força maior interfira e mude seu trajeto. De maneira análoga, as desigualdades sociais e econômicas devem ser solucionadas, pois, caso contrário, se tornará um problema crescente. Nesse sentido, vale salientar a importância de criar objetivos e cerrar com os obstáculos.
A priori, destaca-se a evolução tecnológica industrial que contribuiu imensamente com o aumento na produção alimentícia no geral. Entretanto, como relatado numa pesquisa feita em 2016 pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), apesar de serem produzidos suprimentos suficientes para alimentar toda população mundial, a má distribuição impede que muitos desfrutem de direitos básicos, como o de comsumir nutrientes suficientes para viver.
Além disso, numa pesquisa feita pela Oxfam (ONG britânica), é reafirmado como a desigualdade é presente no mundo no momento em que 1% da população mundial possui riqueza superior ao resto, além de considerar a distribuição dessa riqueza entre os 99% restantes. Dessa maneira, é evidente a falta de competência e regulação na hora de administrar algo fundamental para o desenvolvimento.
Portanto, propostas devem entrar em vigor de modo a solucionar os problemas já mencionados. Para tanto, os países do globo, desenvolvidos e não desenvolvidos, devem juntar-se e criar programas com o intuito de solucionar e prevenir que esses problemas ocorram, utilizando de representantes e profissionais qualificados para serem encarregados de assegurar e fiscalizar o processo após serem aprovados, garantindo que todos os indivíduos possam desfrutar de uma qualidade de vida mínima. Assim, o mundo corresponderá com os avanços tecnológicos e o desenvolvimento socioeconômico, garantindo um bem-estar a todos.