Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
A obra “O Quinze” de Raquel Queiroz, ele fala sobre o sofrimento e a fome enfrentados pela população nordestina em 1915. Porém, um século depois, os casos de morte por “desnutrição” eram chocantes. Embora a pobreza seja um dos principais indicadores, o nível de abandono do país é um precursor da doença enraizada no Brasil.
No século 18, o padre Thomas Malthus desenvolveu a teoria malthusiana, que afirmava que a população da Europa cessaria porque o crescimento populacional acelerado ultrapassaria o suprimento de alimentos. No século 21, o Brasil ocupa a décima posição entre os países com maior desperdício de alimentos no mundo. É claramente apontado que a fome é a causa do roubo administrativo governamental.
Diante disso, como condenava a obra modernista “O Quinze”, o desemprego e a aquisição de riquezas nas mãos dos ricos tornam radical esse infortúnio. Por outro lado, criou a sociedade capitalista defendida por Adam Smith, tornando-nos altamente subservientes aos países individualistas e aos exemplos de vida social.
Portanto, é necessário que o governo coopere com organizações não governamentais para acolher pessoas em condições sociais instáveis, como moradores de rua e catadores de lixo, e encaminhá-las para programas governamentais de habitação e alimentação, como o Vale da Nutrição, e assim como consequencia limitar a desigualdade social e erradicar a fome.