Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 14/08/2021

Na perspectiva atual do século XXI, observa-se que a fome e a desigualdade social caminham lado a lado. Durante o século XVIII, o padre Thomas Malthus, divulgou a teoria malthusiana afirmava que: uma população europeia iria cessar pois, o alto aceleramento demográfico superaria a oferta de alimentos. Mas hoje o Brasil se encontra em décima posição no ranking dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. Articulando que, a fome se majesta pelo furto da administração governamental.

Em primeira análise, com a Revolução Verde foi possível colocar as práticas e técnicas das fábricas industriais no meio rural e, assim, aumentar a produção alimentícia. Entretanto, a superprodução de alimentos não foi o suficiente para erradicar a fome no mundo, visto que o problema se concentra na má distribuição deles. Não que a revolução verde não foi necessária, mas ainda há entraves para mitigar essa problemática. Articulando que, a fome se majesta pelo furto da administração governamental. Diante disso, o desemprego e a obtenção de riquezas nas mãos dos ricos, esse infortúnio seja radical. Por outro, lado cria-se uma sociedade capitalista, deixando todos submissos, altamente há um país individualista e de instância de vida social. Cada nível é uma classe social e os níveis mais baixos são os que incluem menos alimentos, gerando hierarquias e distinção simbólica. Assim como para a distopia, uma ascensão social é descartada e esse cenário é passado de geração em geração.

Portanto, que a fome e a desigualdade social no século XXI é um problema não só de saúde pública, mas também econômico e social. Logo, cabe ao Poder Público renovar programas que auxiliam na distribuição de renda e alimentos, como o Bolsa Família e Fome Zero, para que mais pessoas tenham acesso a boas oportunidades futuras, como melhores empregos, aumento da renda e melhores condições de vida.