Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/08/2021
Segundo a frase do filósofo brasileiro Paulo freite “Se a educação sozinha não transforma a sociedade, tampouco sem ela a sociedade muda.”, demonstra a importancia da mesma para a formação de uma sociedade e como ela enfluencia nela e no desenvolvimento de uma nação, posteriomente trazendo soluções para conflitos sobre fome e desingualdade no Brasil. Desta maneira, é preciso que haja mudanças efetivas para a resolução desta questão.
Em primeiro lugar, a gestão governamental é a principal responsável pela disseminação da desigualdade social. As leis da Constituição Federal garantem os direitos que devem ser respeitados.O artigo 5º estipula as garantias pessoais, como a igualdade e o direito à vida, e inclui os princípios básicos do artigo 1º, como a dignidade humana e a saúde. Nesse preconceito, encontram-se fragilidades constitucionais, que agravam a distribuição desigual dos recursos e agravam a fome pela falta de estrutura governamental, o que leva à inaplicabilidade da lei e às tentativas inválidas de soluções sociais.
Além disso, fatores históricos afetam a continuidade das questões de desigualdade. A revolução industrial tem seus efeitos negativos na contemporaneidade: a modernidade significa que o progresso está intimamente relacionado com a economia, deixando de lado o desaparecimento da desigualdade e da fome. Da mesma forma, sem o objetivo de erradicar a desigualdade e a fome não haverá avanços democráticos, vale ressaltar que o desenvolvimento dos direitos humanos é incompatível com a atual pobreza social.
Portanto, para solucionar os problemas já mencionados, as recomendações devem ser eficazes. Para tanto, o governo deve combinar democracia com eficiência econômica e justiça social, implementar regras rígidas e julgamentos rígidos para a distribuição desigual de recursos e realizar inspeções. Além disso, o Ministério da Educação relacionado à assistência social deve lançar projetos de apoio às vítimas da desigualdade e ministrar palestras sobre como cooperar com a manutenção da dignidade humana e ampliar os serviços médicos nacionais para o exercício da cidadania. Portanto, o Brasil estará de acordo com o progresso democrático e o desenvolvimento social.