Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 14/08/2021

Tem-se, discutido recentemente, acerca da fome e desigualdade social no século XXI. De acordo dados levantados pela Rede Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional), estima-se que 55,2% dos lares brasileiros, ou o correspondente a 116,8 milhões de pessoas, conviveram com algum grau de insegurança alimentar no final de 2020. Essa situação está presente na vida de diversas famílias em âmbito nacional e internacional, e com esses percentuais, o nível de desigualdade dentro dessas cidades, bairros e países tende a apenas aumentar. Por isso, uma discussão sobre esses problemas da atualidade se torna de extrema importância.

Em primeiro lugar deve-se discutir sobre a fome apresentada em diferentes países ao redor do mundo. Segundo uma pesquisa feita pela ONU (Organizações das Nações Unidas), em 2020 a fome disparou em termos absolutos e proporcionais, ultrapassando o crescimento populacional: estima-se que cerca de 9,9% de todas as pessoas tenham sido afetadas no ano passado, antes 8,4% em 2019. Esses dados só afirmam a ideia do crescimento exponencial da fome em diferente lugares, sendo tanto em território que envolve apenas o Brasil ou todos os países. Portanto uma atitude e psocionamento mais firme e coerente deve ser realizado por parte das autoridades, principalmente as dos locais que estão em situação crítica.

Ademais outro ponto a ser citado é a ligação entre a fome e a desigualdade social, além das consequências desses problemas. No filme brasileiro “Até que a sorte nos separe”, é retratado duas realidade diferentes de uma mesma família, a primeiro na qual ela se encontra em uma situação de carência de dinheira e recurso gerais, já a segunda mostra a vida deles após ganharem na loteria, assim tendo uma qualidade de vida superior a de antes. Com a análise do filme é possível fazer uma ligação com a realidade dos países que demonstram pobreza e fome em seu território, além disso com a história a desigualdade que existe atualmente fica explícito ao decorrer das cenas. Logo, é possível dizer que uma preocupação por parte dos departamentos nacionais se torna fundamental.

Portanto, é necessário que se tomem medidas, a fim de mitigar as consequências da fome e desigualdade no século XXI. Para isso um órgão responsável apenas por esses problemas deve ser criado. Essa organização será composta por: ME (Ministério da Economia). MS (Ministério da Saúde) e membros do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Para a formalização deste órgão deverá ser feita uma reunião com esses componentes em conjunto com os parlamentares. Após esta reunião a proposta seria encaminha para o resto do corpo presidencial. Com a aprovação deste órgão a alegação da Rede Penssan será com o passar do tempo revogada.