Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 24/08/2021
A fome e a desigualdade social no século XXI são vistas de duas maneiras pelos cidadãos, na qual a primeira opinião conta com a ideia de que na prática a fome e a desigualdade social não existem ou são apenas problemas periódicos, já o segundo ponto de vista trata das opiniões de indivíduos que reconhecem a existência dos problemas sociais vinculados à pobreza. Na novela, “I Love Paraisópolis”, Marizete é uma jovem moradora da comunidade de Paraisópolis, que por não possuir uma renda financeira tem de enfrentar, diariamente, o problema da fome, mas sua situação melhora ao descobrir a identidade de seu verdadeiro pai e indo morar em um bairro nobre de São Paulo.
Em primeiro lugar, é visível a grande quantidade de pessoas que, cotidianamente sobrevivem em situações precárias e convivem com a sensação de fome. Cuja, essa sensação está ligada a cidadãos desempregados, ou até mesmo que possuem uma pequena renda, mas que ainda sim possuem uma racionalidade de mantimentos. Logo, ocasionando outros problemas sociais, como o roubo de alimentos para o sustento e invasão de terrenos para obter uma moradia.
Em segundo lugar, é perceptível o terrível desiquilíbrio social que há em uma comparação feita da condição de miséria vivida por moradores de comunidades, em relação a situação de residentes de áreas enriquecidas de algumas cidades. Segundo o site “Agência Brasil”, 70% da população moradora de comunidades não dispõe de dinheiro para a compra de comida ao menos uma vez na semana.
Dessa forma, conclui-se que fome e desigualdade social no século XXI precisam ser extintas para que não se prejudique a população, portanto o Ministério da Cidadania em companhia com o Governo Federal deve, por meio de uma reunião, impor às grandes empresas que mensalmente, distribuam cestas básicas nas portas de áreas consideradas miseráveis, caso contrário terão de arcar com uma multa. Também, exibirão em comerciais de TVs propagandas solidárias referentes a importância de doar mantimentos e contribuir com ajudas financeiras às pessoas que beiram a fome, fazendo assim com que a taxa de fome e a desigualdade social no século XXI diminua.