Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 12/09/2021

A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber, no Brasil, a mesma condição no que concerna à questão da fome e desigualdade social no século XXI. Nesse contexto, observa-se a ascensão de um grave óbice, em virtude da negligência governamental e o silenciamento social.

Sob esse viés, a ineficiência legislativa caracteriza-se como um complexo dificultador. A Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. No entanto, essa legislação não tem sido suficiente no que tange a escassez de alimentos e diferença de classes sociais no século XXI, uma vez que o transtorno continua atuando fortemente no contexto atual. Assim, a lei sendo enfraquecida sua resolução torna-se difícil de ser alcançada.

Ademais, outro empecilho encontrado é o silenciamento coletivo. O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós moderna, alguns assuntos são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, é perceptível uma lacuna no que se refere a carência de comida e a divisão desproporcional das classes sociais nas circunstâncias hodiernas, logo, sem diálogo massivo sobre a problemática, sua solução é impedida.

É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomada para mudar essa cenário. Sendo assim, é imprescíndivel que o Governo - principal promotor da harmonia social - promova “workshops”, em parcerias com as escolas, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão as consequências negativas dessas ações e como combatê-las e ajudar as vítimas. Com a finalidade de propor diferentes soluções em conjunto com alunos e alcançar o bem estar-social. Dessa maneira, a proposição da carta magna será concretizada.