Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 19/10/2021
A constituição de 1988, o documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a alimentação como inerente a todo cidadaõ brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com enfâse na prática quando observamos a questão da Fome e desigualdade social no século XXI, dificultanto desse modo a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a fome e desigualdade social. Nesse sentido, com as taxas de miseria subindo e a desigualdade social cada vez mais evidente no Brasil, cabe ao poder executivo medidas para freamento desses problemas. Essa conjuntura, segundo as ideias do filosofo contratualista John Locke, configura-se uma quebra do “contrato social”, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a alimentação, o que infelizmente é evidente no país.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindivel que o governo executivo, por intermedio de distribuição de renda, com o acesso ao dinheiro consecutivamente ao alimento de qualidade. Assim, se consolidará uma sociedade mais empatica, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke