Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 26/10/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito à alimentação, educação, saúde, moradia, emprego como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa a fome e desigualdade social no século XXI, dificultando deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro, que são a má gerencia das verbas públicas e potencial de avanço dos países que tem uma economia defasada.

Em primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater os problemas. Nesse caso, a exemplo do Brasil, que durante a pandemia do covid-19, o presidente Jair Bolsonaro desprezou a gravidade deste vírus e demorou para comprar as vacinas, de acordo com a Pfizer e Butantan, o que acarretou em desemprego, gerando fome e uma maior desigualdade socal. Essa conjuntura, segundo os ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a aliementação e saúde, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar o potencial de evolução dos países como impulsionador da desigualdade social. A forma colonização é um exemplo de como se podde determinar o futuro de um país, como pode ser exposto pela péssima qualidade de vida que é apresentada no continente africano e países latino-americanos, já que foram e ainda são explorandos, perdendo seus recursos naturais e uma experança de melhora.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Estado, por intermédio dos representantes do povo, saibam seu papel e cumpram seu “contrato social”, tal como afirma John Locke, acabando com a corupção e objetivando o desenvolvimento econômico e intelectual de sua população, investindo uma verba maior na educação, incluindo e dando ênfase a área financeira, para que os jovens que virão mudem a situação de seu país, superando os limites implantados por questões históricas. Assim se consolidará uma sociedade que obtenha uma igualdade maior entre todos.