Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 20/11/2021

Na obra “Utopia” do escrito inglês Thomas More, retrata uma sociedade perfeita, onde não há presença de conflitos sociais. De maneira análoga a isso, o Brasil segue desde a sua colonização como um dos países mais desigual do mundo. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a desigualdade social e a incompetência do Governo Federal.

Na primeira análise, evidencia-se uma discrepância entre classes tendo como contribuinte a taxa recorde de desempregados que resulta na falta de igualdade de renda. Sob essa ótica houve um aumento de nove milhões de pessoas em situação de fome no Brasil, segundo a G1. Dessa forma fica cada vez mais evidente a situação alarmante que a nação se encontra, visto que para adquirir alimentos é necessário reter dinheiro, impactando diretamente em pessoas sem emprego e mãe solteira chefe de família.

Além disso, é notória a negligência governamental. Desse modo, é indubitável que não está sendo cumprido o artigo três da Constituição Federal de 1988, que ocorre que um dos objetivos fundamentais do Governo é erradicar desigualdades sociais e regionais. Consoante a isso, o Brasil está entre os dez países mais desigual do mundo, segundo o site Agência Brasil. Logo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.

Depreende-se, portanto, adoção de medidas que venham conter a questão da fome no Brasil. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Agricultura, fazer políticas públicas de estímulo de fornecimento alimentos, por meio de recursos governamentais, com a finalidade de garantir de forma de equidária o abastecimento em todas as regiões do território nacional. Desse modo, declinar a alta taxa de pessoas em situação de carência alimentícia. Somente assim, a coletividade alcançará a “Utopia” de Thomas More.