Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 14/05/2022
George Orwell, escritor e jornalista inglês diz que somos todos iguais, mas alguns são mais iguais do que outros. Essa frase auxilia na análise da desigualdade no Brasil. Enquanto uma pequena parte da população possui muito capital, a grande parte tem muito pouco, o que gera vários problemas. Entre os inúmeros riscos estão no contexto da pandemia de corona vírus e o aumento da pobreza. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar medidas para a solução desse quadro.
A princípio, a pandemia contribuiu para o aumento da desigualdade social no Brasil e afeta principalmente as periferias. Vale dizer que 80 por cento das famílias estão sobrevivendo com menos da metade da renda, 76 por cento, ao menos em um dia, faltou dinheiro para comprar comida, segundo a Revista Arco. Portanto, conclui-se que isso pode ser fruto da desigualdade e dos péssimos salários.
Além disso, a pobreza continua, anos após ano, a afetar milhares de pessoas. Segundo os dados mais recentes do IBGE, o país tinha 13,5 milhões de pessoas em situação de extrema pobreza. Somados aos que estão perto da linha da pobreza, chegam a 25 por cento da população do país. Em síntese, esta condição tem efeitos terríveis para a dignidade do indivíduo e, no caso das crianças e adolescentes, comprometem seu desenvolvimento e as condena ao estado de vulnerabilidade.
Logo, são necessárias medidas para alterar esse quadro. Isto posto, é fundamental que o Congresso Nacional, responsável pela criação do auxílio emergencial em 2020, aumente o valor das parcelas, que atualmente está em média 600 reais, o que é muito pouco, visto que a inflação está muito alta. Ademais, é preciso gerar mais empregos, melhores salários, entre outros. A partir dessas ações, espera-se promover uma redução da taxa de desigualdade social no Brasil.