Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 27/09/2022

Desigualdade social, conflitos, guerras e crises econômicas são as principais causas da fome no mundo. Esta que está presente em muitas famílias brasileiras, mesmo com os avanços tecnologicos, e avanços na exportação de alimentos, muitas familias se alimentam de forma precária.

A má distribuição de renda e a pobreza são os maiores contribuentes da fome. A pobreza atinge 28% da população latino-americana, 167 milhões, sendo que destes, 71 milhões se encontram em níveis extremos ou de indigência. Segundo a ONU 811 milhões de pessoas no mundo passam fome, principalmente nos continentes africano e asiático. Durante a pandemia do Covid-19 esse quadro se agravou devido a aumento de taxas, cortes radicais nos orçamentos para agricultura, cortes no bolsa família, entre outros.

Além da ajuda baixa ou quase nula fornecida pelo Estado, a população foi deixada de lado, em um grau desumano. Como segundo maior produtor de alimentos do mundo, isso não é um problema para o Brasil. Os números do desperdício são totalmente alarmantes, cerca de 40.000 toneladas de alimentos são desperdiçados todos os dias, tornando o Brasil um dos 10 países do mundo que mais jogam fora alimentos.

Dentro desse contexto no Brasil, o Governo Federal juntamente com a populção, deve, por meio de projetos, efetuar medidas para combater a escassez de comida e evitar o desperdício. Projetos que visem a distribuição de alimentos em regiões carentes de pouca ou extrema pobreza, a fim de combater a desigualdade social, auxilio emergencial para a populção que recebe menos que um salário minímo e programas de vagas de emprego.