Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 13/09/2022

A discussão sobre a fome e a desigualdade social é de fundamental importância na atual sociedade brasileira, já que essas situações estão em aumento constante, evidentemente. Isso deve ser freado, pois a fome afeta atualmente 33,1 milhões de brasileiros. Sendo relevantes uma análise dos aspectos que corroboram com essa problemática a redução de políticas públicas voltadas ao combate à fome e o desperdício exagerado e enorme de alimentos.

É indubitável que a escassez de investimento político sobre tal assunto esteja entre os fatores que atenua o problema. Nesse contexto é importante enfatizar que esse cenário é agravado pela crise econômica que atinge o Brasil nos últimos anos, tendo também como consequência negativa a inflação especialmente para os de renda baixa é válido analisar que a pandemia de covid-19 agravou o cenário da fome no Brasil. Que mais de 125 milhões de brasileiros enfrentam alguma situação de insegurança alimentar. Esse número corresponde a mais da matade da população do país.

Além disso, é cabível salientar que segundo Josué de Castro, pensador nascido na cidade de Recife, dizia em suas obras que a fome não se tratava do número de habitantes, mas sim da ma distribuição das riquezas. Dessa forma a sociedade se faz plenamente responsável pela situação atual de tal problemática. Sendo a abundância de riqueza um dos principais motivos, pelo grande descaso no desperdício de comida. Dados da FGV apontam que cada brasileiro desperdiça mais de 40 quilos de comida por ano. Tornando-se uma situação contraditória, pois enquanto algumas pessoas passam fome, outras desperdiçam.

Destarte, fica evidente a problemática da fome e desigualdade social no Brasil. Tornando assim indubitável a importância do Governo Federal, mediante o ministério da cidadania. Ainda cabe a mídia o papel de promover campanhas publicitárias, debates em horários nobres, fomentando a conscientização sobre a diminuição do desperdício de comida atual. Afim de que, essa problemática de cunho social e cunho político, seja cada vez menos recorrente na sociedade brasileira.