Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 09/09/2022

Na música “Quem tem fome, tem pressa” do ação cidadania aborda o problema da fome, o qual só tem se a agravado depois da pandemia do Covid-19, período em que muitas pessoas ficaram desempregadas. Essa situação reforça a ideia de que a fome é uma consequência da desigualdade social, enquanto as riquezas continuarem sendo mal destribuidas a questão da fome também continuará, assim como seus frutos e efeitos que afetam com mais intensidade os mais pobres.

Visto isso, percebesse que entre os diversos fatores que contribuem para a existência da fome está a desigualdade social, responsável pelos 25% da população brasileira que vive abaixo da linha da pobreza, segundo estudo do Instituto Brasilero de Geografia e Estatística (IBGE). Tal contexto foi ainda mais intensificado pela pandemia do Covid-19, que deixou diversas pessoas desempregadas e desencadeou um crise econômica, a qual elevou os índices de pessoas que convivem com a insegurança alimentar grave.

E como consequência, a fome afeta a qualidade de vida das pessoas, além de

sua saúde física e mental. A subnutrição, descrita como falta de nutrientes importantes para o organismos, e a desnutrição, esta pondendo até mesmo ser um empecilho para o desenvolvimento infantil, são dois dos variados efeitos da fome. Com isso, é perceptível que a fome não é o melhor tempero como dizia o filósofo Romano Cícero, mas, na verdade, uma grande vilã que pode levar levar o indivíduo a morte.

Portanto, a fome é uma consequência da desigualdade social e precisa ser resolvida pelo governo através de políticas publicas que criem projetos de geração de empregos capazes de oferecer reda a população e de destribuir as riquezas de maneira mais igualitária, por conseguinte diminuindo as desigualdades socias, a pobreza e consequentemente a fome.