Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 27/09/2022
A fome e desigualdade social coexistem no século XXI, e vale a pena analisar suas causas e consequências. No entanto, a superprodução de alimentos não é suficiente para erradicar a fome no mundo, pois o problema está centrado na distribuição desigual de alimentos. Conforme a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, a organização da ONU dedicada à alimentação e agricultura, um quarto dos alimentos desperdiçados poderia alimentar os famintos, mas ainda sobra comida.
No Brasil, as regiões que mais apresentam problemas relacionados a fome se encontram no norte e nordeste, locais em que há pouca infra-estrutura, baixo desenvolvimento, cidades que apresentam um IDH baixo, e que apresentam pouco ou nenhum saneamento básico. As questões que influenciam diretamente esse problema, além dos fatores econômicos e sociais, são os industriais, agrícolas, inflação, bem como os problemas de desemprego. Ainda, a natureza quando provoca chuvas em demasia, seca, faz com que os pequenos produtores percam suas produções, e os que já tinham pouco perdem o que produzem.
Entretanto, desigualdade no Brasil não é um problema atual, existe desde o período Neolítico, quando algumas pessoas foram soterradas com ferramentas e outras não. O filósofo Honoré de Balzac disse: A igualdade pode ser um direito, mas nenhuma força na terra pode aceitar a verdade. Logo, esse problema pode ser resolvido com a ajuda do governo, diminuindo essa crise temporalmente, o problema da desigualdade social não é a falta de dinheiro para muita gente, mas o excedente nas mãos de poucos. Outro exemplo é que 44% dos ricos pagam impostos mais caros, o que faz com que 66% dos pobres não sofram pagando os mesmos impostos que as pessoas que usam mais e têm mais condições.
Portanto, a proposta deve entrar em vigor para abordar as questões acima. Para isso, o governo deve combinar democracia com eficiência econômica e justiça social, aplicar regras rígidas e duras decisões judiciais e realizar inspeções e investigações sobre a distribuição desigual de recursos. Além disso, o Ministério da Educação, deve desenvolver programas de apoio às vítimas da desigualdade, ministrar palestras sobre como trabalhar com a defesa da dignidade humana.