Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 10/09/2022
Na obra “O Quinze” de Raquel Queiroz, aborda a miséria e a fome que a população nordestina enfrentou em 1915. Entretanto, após um século os casos de óbitos por “desnutrição” se encontram alarmante. Ainda que a pobreza seja um dos principais emblemas, o grau de abandono estatal se faz precursor diante a mazela enraizada no Brasil. Durante o século XVIII, o padre Thomas Malthus, desenvolveu a teoria malthusiana afirmava que: a população europeia iria cessar pois, o alto aceleramento demográfico superaria a oferta de alimentos. Já no século XXI, o Brasil se encontra em décima posição no ranking dos países que mais desperdiçam alimentos no mundo. Articulando que, a fome se majesta pelo furto da administração governamental.
Diante disso, o desemprego e a obtenção de riquezas nas mãos dos ricos, como denuncia na obra Modernista “O Quinze” faz mister, esse Infortúnio seja radical. Por outro, lado cria-se uma sociedade capitalista como é defendida por Adam Smith, deixando-nos submissos altamente há um país individualista e de instância de vida social. Em grande parte, a fome tem suas raízes no processo de colonização que tivemos no País. Uma colonização que buscava apenas a exploração das riquezas naturais e deixando miséria e desigualdade por onde passou.
Além disso, a má distribuição de renda está muito presente, pois existe um desequilíbrio entre a população mais pobre e a população que possui alta renda. Portanto, a desigualdade é consequência da má administração da distribuição de renda. Tal fato contribui para a extrema pobreza atinge nível recorde no Brasil.
Dessa forma, existem vários obstáculos para acabar com a fome e a desigualdade social. Logo, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome - órgão responsável pela alimentação e assistência social do País - deve criar mais programas, como o “fome zero”, por meio de campanhas e doações de alimentos, a fim de acabar com a fome do País. Ademais, deve-se acabar com a concentração de renda.