Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 01/10/2022
Segundo Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é característica da “modernidade líquida” vivida no século XX. A fome é uma triste realidade e é um reflexo de atitudes passadas de governantes. Diante disso, faz-se profícuo analisar como a má distribuição dos recursos alimentícios e as mudanças climáticas unificam-se para promover o impasse.
É evidente que tal problema histórico, vem crescendo cada vez mais e após a covid-19, que se espalhou rapidamente ao redor do mundo e “criou” uma crise sanitária e econômica relevante, como ainda elevou o nível da pobreza e também com a questão das constantes alterações climáticas é outra faceta antagônica que atua como mola propulsora para o ábice.
Por outras palavras é necessário ressaltar como a ineficiente repartição dos alimentos desporta como um impecilho à resolução de tal problemática. Faz-se oportuno retomar os conceitos da Teoria Reformista, os quais pressupõe que o obstáculo está relacionado a distribuição relativa de bens nutritivos acentua o revés, de modo que, ainda acelera a desigualdade.
Portanto, fica claro que as políticas de promoção da segurança alimentar devem ser pensadas como parte de um projeto alternativo de desenvolvimento, que tenha como eixo central a promoção de um crescente processo de inclusão social. Então, o Governo deve repensar projetos sociais a curto prazo ou atualizar os que já existem. Dessa maneira, é possível que os problemas relacionados a fome e desigualdade social façam parte do passado.