Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 21/06/2023

No filme “Parasita” retrata a desigualdade social entre duas famílias, onde uma vive em situação de extrema pobreza, e a outra vive em uma mansão luxuosa, realidade que está presente em diversas sociedades pelo mundo. Ao longo dos anos, os números se tornaram ainda mais alarmantes.

De acordo com dados registrados pela ONU em 2017, cerca de 7% da população mundial, vive em situação social vulnerável. Sob essa ótica, nota-se que o problema lamentavelmente já tornou-se cotidiano e a população habituou-se a ele. Diante desse cenário é preciso explorar a questão sociocultural e as suas implicações na temática, a exemplo disso, citem-se as pessoas que vivem abaixo da linha da pobreza e não podem assegurar seu direito básico de alimentação, em situação de vulnerabilidade em vários âmbitos sociais, no qual elas são invisibilizadas e segregadas.

Além disso, a constante evolução do capitalismo influência ainda mais nos meios de vida de cada cidadão, como a crescente desigualdade presentes no cotidiano de grande parte da população mundial, confirmando o pensamento de Milton Santos, segundo o qual a globalização atual é intensificadora das desigualdades, o que acarreta a exclusão, segregação e invisibilização dos menos aportunados. Logo, é preciso combater essa realidade, de maneira que corrijam as consequências do capitalismo exarcebado.

Portanto, é preciso intervir no problema. Para isso, no Brasil, o Ministério dos Direitos Humanos deve incentivar debate desse assunto de maneira mais direta nos veículos de comunicação. Isso deve ocorrer por meio de projetos humanísticos que considerem a análise social dos vários tipos de famílias em situação vulnerável. Essa ação tem como finalidade o combate e a desigualdade que ainda predominam na realidade brasileira. Por fim, o Poder Legislativo deve elaborar leis que auxiliem no suporte para pessoas que se encontram nessa realidade.