Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 10/08/2023

Quem tem fome sonha com pão

A fome é uma das grandes preocupações mundiais, pois mostra as disparidades sociais existentes em uma época em que o homem quer povoar Marte, mas não consegue alimentar a todos. Segundo dados da ONU, 9,8% da população mundial está em situação de fome. Nessa perspectiva, é importante destacar que uma melhor distribuição de recursos e a implementação de políticas públicas são fundamentais para erradicar a subnutrição.

Prefacialmente, cabe salientar que a alimentação diária é imprescindível a todo ser humano. A pirâmide de Maslow hierarquiza as necessidades do indivíduo, de modo que a fome e outras necessidades fisiológicas ocupem a base da pirâmide, portanto, são essencias. Nesse contexto, a falta de alimentos pode levar ao desespero e, consequentemente, a efetivação de atitudes extremas como a violência. Posto isso, a erradicação da fome é indispensável em uma sociedade que denomina-se democrática.

Ademais, merece destaque a adoção de medidas governamentais no combate à fome. O programa federal “Fome Zero”, implementado no governo Lula, foi fundamental na saída do Brasil do Mapa da Fome. Em vista disso, a articulação de ações globais semelhantes a apresentada seria uma alternativa interessante. Logo, as políticas internacionais devem voltar-se, prioritariamente, para a população mais carente, por meios que espelhem-se em projetos comprovadamente eficazes.

Diante do exposto, torna-se necessário a adoção de medidas que combatam esse controverso problema do século XXI. Assim, orgãos internacionais, como a ONU e ONGs, devem implementar programas de auxílio (semelhantes ao “Fome Zero”) para pessoas em situação de risco alimentar, por meio de investimento de países desenvolvidos - que sejam articulados a adesão do financiamente mediante a acordos internacionais - que distribuam alimentos e sementes, de modo que estimule a agricultura familiar e a sustentabilidade dessas ações.