Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 30/10/2023

Segundo o artigo primeiro da declaração universal dos direitos humanos, todo ser humano nasce igual e livre em dignidade e em direitos. Entretanto na sociedade brasileira essa realidade se torna uma utopia, sobretudo no que se refere a fome, grande reflexo da desigualdade no Brasil, ora intensificada pelo capitalismo, ora fomentada pela escolha de representantes políticos que pouco se importam com tal realidade.

Em primeira análise, nota-se o sistema capitalista como fator agravante das desigualdades, visto que devido a disparidade de renda provocada por esse sistema, há um aumento significativo de fatores como a fome, já que os mais pobres, vítimas do acúmulo de capital dos mais ricos, ficam à margem da sociedade, sofrendo as diversas mazelas do Brasil atual.

Outrossim, há uma irresponsabilidade na escolha de políticos, principalmente no que se refere a escolha de representantes inoperantes, sobre isso a autora Carolina Maria de Jesus afirma que os governantes deveriam ser pessoas que já passaram fome, pois segundo a mesma autora a fome é professora, e tendo o indivíduo passado pelo agravante da desnutrição, saberia governar pensando naqueles que mais necessitam, implementando auxílios sociais e demais ações que viessem a visar a diminuição da abarcia.

Posto isso, o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome deve buscar ações que busquem uma maior equidade social, por meio da criação e operância de auxílios, para isso, a população deve se atentar a escolha de representações atentas às necessidades daqueles que estão mais marginalizados.

Além disso, ONGs devem ser criadas em lugares onde existam maior pobreza, para que haja a presteza de serviços socias, afim de garantir uma maior igualdade de direitos, como proclama a constituição.