Fome e desigualdade social no século XXI
Enviada em 21/11/2023
A Constituição Federal de 1988, documento mais importante do país, assegura em seu artigo 6º que a alimentação é um direito de todos. Entretanto, tal afirmação não tem sido vista na prática, uma vez que existem muitas pessoas no Brasil que passam fome. Desse modo, a problemática ocorre no século XXI pelo fato da negligência governamental e da falta de fornecimento alimentar ao povo.
Sob esse viés, a inoperância estatal acarreta o problema, pois a desigualdade social é um fator agravado pelo Poder Público. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 10 milhões de pessoas estão sofrendo com desnutrição. Nesse contexto, percebe-se que existe uma parte da população necessitando de alimentos, fato que impede a igualdade de direitos e, consequentemente, a incoerência do Estado em relação à sua obrigação.
Ademais, analisa-se como uma das causas mais graves a má distribuição de alimentos no mundo. Dessa forma, mesmo que se tenha passado pela Revolução Verde, a qual teve um aumento considerável de alimentos sendo produzidos, essa comida não chega a casa de milhões de pessoas ao redor do planeta, uma vez que os números da fome, principalmente em países subdesenvolvidos, são muito grandes. Isso é comprovado pela Organização das Nações Unidas (ONU), mostrando que a fome chegou a 690 milhões de pessoas.
Em suma, são de extrema importância soluções para a conjuntura apresentada. Para isso, cabe ao Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome - responsável por promover a segurança alimentar - ampliar a distribuição de cestas básicas mensalmente às famílias necessitadas, por meio de verbas do Ministério da Economia. Essa iniciativa terá a finalidade de amenizar a necessidade básica mundial em relação à escassez alimentícia. Somente assim, os números retratados pela ONU serão, finalmente, reduzidos.