Fome e desigualdade social no século XXI

Enviada em 17/01/2024

Aldous Huxley defende: “Os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. Tal perspectiva é verificada no agravamento da fome e desigualdade social no século XXI, visto que essa problemática não tem a notoriedade que precisava, por mais antiga que seja, continua forte e presente em todo mundo. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um complexo problema, que se enraíza na disparidade social e na negligência por parte dos governos.

Nesse contexto, em primeiro plano, é preciso atentar para a disparidade social presente na questão. A “isonomia” é a garantia de oportunidades iguais, mesmo em condições diferentes. No entanto, a realidade é pouco isonômica no período em que vivemos, visto que a insegurança alimentar, e a desigualdade social, ainda são uma realidade mantida nas camadas menos abastardas da sociedade e tem sua manutenção na disparidade entre ricos e pobres. Assim, percebe-se a urgência de proporcionar o fim do penhasco social.

Além disso, outro fator influenciador é a negligência por parte dos Governos. Segundo Thomas Hobbes: “O Estado é responsável por garanti o bem-estar da população.” Entretanto, no século XXI é nítido a falta de bem-estar quando a fome e a desigualdade social continuam sendo pautas pouco falas dentro dos Estados, visto que a ausência de medidas governamentais para lutar contra a prevalência da fome é uma realidade em todas as partes do mundo.

Infere-se, portanto, a necessidade de combater as atuais urgências mundiais. Para isso, os Estados devem elaborar uma agenda financeira que priorize o fim da fome da desigualdade social, por meio medidas que minimizem os impactos da disparidade social, a fim de reverter a falta de isonomia na sociedade. Tal ação pode ainda, torna-se um grupo mundial com o foco de aniquilar a fome principalmente nos países mais pobres com auxílio financeiro e administrativo. Dessa forma, os fatos não serão ignorados e poderão deixar de existir.