Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 31/03/2022
“Educai as crianças e não será possível punir os adultos”. Sob a perspectiva do matemático grego Pitágoras, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea há sentimentos de milhares de indivíduos assolados pelo mal desempenho da aprendizagem na educação, sendo assim, tendo como principal solução a Gamificação Educativa, dado pelo avanço tecnológico. Nesse viés, é válido destacar que em virtude da falta de investimentos educacionais, em conjunto à exclusão social desencadeia uma complexidade na contemporaneidade.
A princípio, ressalta-se a indiligência do Estado em potencializar a tecnologia nas escolas, pois a utilização virtual na metodologia não é contemplada de forma igualitária. Contudo, segundo o sociólogo francês Émile Durkheim, o indivíduo só poderá agir na medida em que conhecer o ambiente que está inserido. Nesse sentido, devido a baixa atuação das autoridades nas instituições educacionais, faz completa refutação à representação teórica dos estudos do sociólogo, portanto, faz de imprescindível uma intervenção estatal.
Outrossim, é fundamental apontar a exclusão social como um impulsionador para o atraso pedagógico. Posto isso, de acordo com o site clipescola, a cerca de 1,5 milhão de adolescentes não tiveram acesso à tecnologia na pandemia. Diante de tal exposto, sabe-se que nos tempos remotos, a tecnologia era o principal meio de ensino educacional. Logo, é inadmissível manter-se a esse cenário.
Por fim, são necessárias ações capazes de mitigar a situação. Para isso, é preciso extinguir a carência tecnológica nas escolas - por intermédio do Governo, em parceria com o Ministério da Educação – com altos investimentos na Educação, suporte ao aluno e a Gamificação nas escolas, visto que em razão da eficácia da aprendizagem. Espera-se assim, que os sofrimentos emocionais tenham um fim, possibilitando uma melhor condição para os estudantes.