Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 03/04/2022

Albert Einsten dizia que se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade. Apesar disso, é importante ressaltar que a questão da gamificação como um futuro do processo educativo no Brasil é uma melhoria importante para a educação da sociedade. Posto isto, a fim de encontrar uma medida para essa revolução, convém analisar duas consequências desse processo: melhoria tanto no aprendizado dos jovens nas escolas quanto no ambiente corporativo.

Diante desse cenário, é possível destacar que os métodos de igualar ideias de jogos nos âmbitos educacionais serão um dos melhores investimentos para o futuro dos cidadãos. Sob esse viés, de acordo com a Revista Educação, o processo de gamificação é capaz de prender a atenção e motivar o aluno nas aulas, haja vista os estudantes encaram os assuntos como fases de um jogo tendo, pois, uma premiação no final de cada etapa, uma vez que esse método aumenta o engajamento do indivíduo. Desse modo, mesmo com todo avanço nas forma de ensino, é inaceitável que, mesmo com altos impostos pagos pela sociedade no Brasil, o governo não possa investir mais nos conhecimentos estudantis.

Ademais, no serviço é um desafio para a maioria criar uma nova rotina, pois o sedentarismo e o estresse é uma das principais crises dos profissionais, mas com a ludificação no trabalho esses impasses são quase que erradicados. Com efeito, segundo UOL Economia, aplicativos estimulam o avanço no serviço como, por exemplo, meditações e atividades físicas. Então, as corporações poderiam investir mais nesses apps para ajudar nos picos de estresse e ansiedade causados pelo trabalho. Logo, é significativo que o Estado seja um dos principais aliados para o incremento desses métodos nas demais estruturas profissionais no país.

Portanto, nem sempre as ideias de jogos poderá exceder a humanidade. Assim, o governo federal deve criar leias que possam adotar novas metodologias tanto no âmbito educacional quanto profissional, por meio de investimentos em profissionais especializados, com auxílio de ONGs e empresas público-privadas. Espera-se, com isso, um corpo social mais adaptado ao processo de revolução da sociedade contemporânea.