Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 23/04/2022

Com um mundo mais globalizado e virtual é natural que diversas áreas do cotidiano sejam afetadas pelo processoa de digitalização, dentre elas os setores de jogos e educação se tornam cada vez mais evoluídos e começam a se conectar em um processo chamado de gamificação. Portanto, se torna necessário compreender em como isso beneficia o metódo de aprendizado e também os seus riscos.

A princípio, a utilização de games durante as atividades escolares é uma oportunidade de aproximar os alunos e professores, um exemplo disso é o Minecraft Education Edition, voltado para atividades estudantis, um jogo que permite que docentes e estudantes interajam por meio de um mundo virtual, com isso, o processo de aprendizado se torna mais criativo e menos monótono, além disso, a relação de aluno e professor se torna mais amigável, proporcionando um ambiente escolar mais harmônico e interativo.

Por outra perpectiva, o uso inadequado dos jogos pelos estudantes pode se tornar prejudicial. No campo biológio é ensinado que a forma como o cérebro reage a certos estímulos se dá por meio de neurotransmissores, dentre eles, a dopamina é responsável por trazer a sensação de prazer, ao jogar são liberadas altas quantidades de dopamina, o que em grande quantidade pode ser nocivo, podendo gerar vícios e transtornos mentais. Assim, é importante que os alunos também sejam conscientizados a cerca de como adotar um comportamento adequado diante da rotina de estudos e jogatina.

Em suma, é notável que afim de garantir um ambiente escolar mais interativo e conectado com os estudantes, é de grande importância que as istituições de ensino realizem atividades intra e extracurriculares por meio do uso de jogos e plataformas voltadas para o meio da educação. Contudo, com o intuito de desenvolver um melhor potencial acadêmico e qualidade devida em seus alunos, é necessário que as escolas estejam preparadas para fornecer um acompanhamento pessoal, por meio de uma equipe de profissionais qualificados, como professores, pedagogos e pisicólogos, para assegurar que o estudante consiga gerenciar o mundo estudantil e pessoal, sem deixar que o lazer influencie negativamente seu desempenho.