Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 07/06/2022
A gamificação define-se como uma estrátegia de aprendizagem, utilizando itens de jogos em contextos escolares. Em referência aos acadêmicos, na conjutura brasileira, esse sistema não está presente na realidade das escolas como um todo, tendo como consequência a inêrcia do avanço didático. Nesse viés, é necessário ao analisar o futuro do processo pedagógico tanto a infraestrutura nas instituições de ensino quanto o uso dessa técnica no âmbito educacional.
A príori, ao final da Segunda Guerra no qual atos que ferem a dignidade humana foram feitos, foi proclamada a DUDH e o direito à educação efetuou-se, contudo apenas na Constituição Brasileira de 1988 que ele foi apurada. Outrora, o Estado não tinha obrigação de garantir ensino de qualidade a todos. Em virtude do ato legal tardio, é fato que o arranjo didático tem falhas em sua operação, com a sondagem feita pelo IEDE (Interdisciplinaridade e Evidência no Debate Educacional) impasses assíduos são a falta de bibliotecas, professores e laboratórios de informáticas. Ainda que 99% dos docentes ganhem menos de R$3,5 mil por mês trabalhando 40 horas semanais. O que ressalta a fala da relatora da ONU, Katarina Tomasevski “A educação é a chave para abrir outros direitos humanos”.
Ademais, a aplicação de técnicas dos jogos em domínios adequados fortalecem
o aprendizado mais dinâmico do aluno. Em compensação, a rede pública de ensino não tem recursos para abrigar essa abordagem em larga escala.Visto que os gastos do MEC em 2020 foram os menores em uma década, de acordo com Todos Pela Educação. Com os devidos investimentos, a gamificação seria útil no Brasil de que modo 66,3% das pessoas jogam e 83% respondem positivamente a essas táticas. A metodologia transforma a relação com os professores, em que os mesmos são instrutores e faz o aluno de protagonista atuando com maior autonomia.
Dessa forma, é essencial a restauração da estrutura didática somado à adequação do sistema da gamificação na rede de ensino de maneira democrática por meio de um plano político no qual cada escola notifique suas demandas ao CEE(Conselho Estadual da Educação), fabricando um orçamento destinado a essas instituições. Portanto, tais medidas seriam eficientes na transformação da população brasileira, tornando-a mais autossuficente na sociedade.