Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 16/06/2022
Desde o advento da internet no início do século XX, muitas novas tecnologias começaram a adentrar à sociedade, sendo os videogames uma delas. Inicialmente, esses mecanismos eram apenas utilizados para meios de entretenimento, no entanto, começaram a ser usados para outros fins, por exemplo, na aprendizagem. Nesse prisma, destaca-se dois aspectos importantes: o auxílio no interesse de estudar e a diminuição da disparidade no ensino.
Em primeiro lugar, é relevante frisar que os jogos eletrônicos dispõem de grande colaboração nos estudos por despertar o interesse dos jovens. De acordo com dados divulgados pelo IBGE, mais de 49 milhões de brasileiros não completaram o processo de conhecimento por falta de entusiasmo. Entretanto, esse números passaram a diminuir com o tempo, e esse fator se mostrou associado à inclusão dos ``games´´ nas instituições de ensino. Portanto, é possível observar que a gamificação é de grande assistência para a aprendizagem.
Além disso, a diminuição da disparidade no ensino é de suma notoriedade para o fator. No filme ``Detona Ralph ́ ́, o personagem principal possui TDAH( Transtorno do Déficit de Atenção), por conta disso, ele passa parte de sua infância se sentindo excluído por não conseguir acompanhar as outras crianças nos estudos. Entretanto, esse cenário muda quando os videogames são inseridos nas escolas, e ele começa a sentir uma melhora no seu desempenho. Logo, por se mostrar de grande assessoramento no processo estudantil, os jogos precisam ser adotados em todos os colégios.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham garantir a gamificação de forma consistente. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal, em conjunto do Ministério da Educação- departamento de administração pública da educação- e do Poder Legislativo, a criação de leis que assegurem a aplicação dos videogames em todas as escolas, como também garanta as verbas necessárias para a ação, de modo que todas as séries estudantis sejam alcançadas, com a finalidade de tornar o desenvolvimento da didática o mais democrático possível. Só assim, será possível enxergar uma sociedade mais interessada no conhecimento e com menos disparidades.