Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 13/06/2022

O educador Paulo Freire defende, no livro ’’ A Educação do Oprimido", que o ensino é uma forma libertadora cujo objetivo é despertar a criatividade do aluno, de modo a incentivá-lo na busca de sua autonomia e consciência social. De maneira análoga a isso, a gramificação é um processo educativo. Nesse prisma destacam-se dois aspectos importantes: despertar interrese nos alunos e aumentar a participação nas atividades propostas.

Em primeira análise , evidencia -se que aderindo a gramificação, vai despertar a vontade aprender mais sobre. Sob essa ótica, levando jogos que conforme seu conhecimento vai passando de nível e ganhando recompensas, faz as pessoas aprendam mais e assim elas veem que é gratificante o seu esforço. Dessa forma, é atrativo essa nova forma, pois agora estamos no mundo em que a tecnologia é muito presente na vida de toda população, portanto é divertido levar essa experiência para a sala.

Além disso, é notório a participação que vai aumentar , pois é uma certa coisa muito legal de fazer parte, e também os jovens adoram qualquer coisa que envolve estar online e ganhar prêmios com sua capacidade. Desse modo, aderindo essa nova tática, a maioria vai querer participar e não vão ficar dormindo, conversando com colegas como o comum nas salas. Consoante a isso, é bom fazer dinâmicas com a turma, para trabalharem em grupo e superarem os obstáculos, com isso aprendem juntos inclusive que tenham mais vontade de entendimento sobre tais modernidades em colégios.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a gramificação. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação(MEC), fazer mais desafios para alunos, por meio de colocar mais computadores e internet de qualidade, a fim de que todos tenham a mesma experiência pelo menos um dia em sua escola. Espera-se com isso, a qualidade de um ensino avançado para a população. Como a frase do ilustre pensador Francis Bacon “saber é poder”