Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 13/06/2022

Promulgada pela UNU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos garante a todos os indivíduos direito á educação. No entanto,quando se observa o uso da gamificação para despertar o interesse dos estudantes, no Brasil, percebe-se que está lei é constatada apenas na teoria e não desejavelmente na prática, e a problemática persiste ligada a realidade do país, seja pela negligência governamen-tal ou pela falta de informação.

Nessa perspectiva, é evidente como a negligência governamental é uma das razões pelas quais o problema persiste. Consoante ao discurso de karl max, o governo é passivo frente aos problemas sociais, pois não promove de forma eficiente políticas públicas para explicar a importância da gamificação na vida dos estudantes. Nesse sentido as críticas sobre o governo se fundamentam.

Ademais, pôde-se considerar a falta de informação como fator atuante na permanência da problemática, pois muitos não sabem dos benefícios que esse método possui. Segundo o filósofo immanuel, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Sob essa ótica, fica evidente como a falta de interesse dos estudantes apresenta raízes indissociavéis ao passado brasileiro, oque dificulta ainda mais a sua resolução.

Fica evidente, portanto que medidas sejam tomadas para a resolução desse problema. As escolas por meio dos professores deve incentivar os alunos a participar das aulas através deste método,com a finalidade de gerar mais interesse nos estudos e assim transformar o Brasil num país desenvolvido com pessoas capacitadas. Espera-se que esse método seja uma prática presente na sociedade distanciando a realidade do discurso de karl max.