Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 29/06/2022
A constituição de 1988 , documento jurídico mais importante do país , prevê
em seu artigo 6° , o direito a educação como inecente a todo cidadão brasileiro Conquanto , tal prerrogativa não tem se reverbarado com ênfase na prática quando se observa o futuro do processo educativo , dificultando ,deste modo , a universalização desse direito social tão importante . Diante dessa pesperctiva , faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro .
Em uma primeira análise , deve- se ressaltar que as empresas que visam a criação de plataformas de jogos têm crescido muito atualmente . Nesse sentido , influência muito sobre a vida de milhares de indivíduos o que acaba por facilitar a chamada " Gamaficação " . Essa conjuntura , segundo as ideias do filósofo contratualista Jhon Locke , configura-se como uma violação do " contrato social " , já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis , como a educação , o que infelizmente é evidente no país .
Ademais , é fundamental apontar que a impltanção de jogos no ambiente escolar pode ser visto como uma ação revoluncionária em relação ao ensino , como impulsonador da gamificação no Brasil . Segundo dados da PNAD Contínua 2019, do IBGE, das 50 milhões de pessoas de 14 a 29 anos do país, 20,2% (ou 10,1 milhões) não completaram alguma das etapas da educação básica .
Portanto, para que a gamificação seja notada e implantada de forma benéfica e constante nos ambientes escolares, urge que profissionais das áreas da tecnologia em conjunto com os da educação façam planos visando a revolução do ensino e o desenvolvimento dos alunos, por meio de aulas com o uso de jogos intuitivos e interativos específicos para cada disciplina e palestras nas instituições de ensino à respeito dessa nova forma educacional, para que o interesse pelo aprendizado seja estimulado e a ‘‘gamificação’’ vista como o futuro do processo educativo.