Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 16/06/2022

O quadro expressionista ‘‘O grito’’, do pintor norueguês Edvard Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no seblante de um personagem envolto por uma atmósfera de profunda desolação. De maneira análoga a isso, observa-se que, na conjuntura brasileira contemporânea o sentimento de milhares de indivíduos assolados pela gamificação: o futuro do processo educativo. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: gamificação na educação e o futuro do processo educativo.

Em primeira análise, evidencia-se a importância da gamificação na educação. Sob essa ótica, de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbis, do sociólogo Zygmun Bauman, que se diz presente na sociedade, porém, sem cumprirem essa função com eficasia. Dessa forma, para a completa refutação da teoria do estudioso polanes e mudança dessa realidade, torna-se imprescindivel uma intervenção estatal.

Além disso, é notório que o futuro do processo educativo precisa da atenção do Governo para a manutenção do problema. Desse modo, de acordo com a filósofa francesa Simone de Beauvoir. ‘‘O mais escandaloso dos escandolos é que nos habituamos a eles’’. Consoante a isso, já que mais escandalosa do que essa problematica é o fato da população se habituar a essa realidade. Em face do exposto, o aumento de alunos com problema no processo educativo so tem a perdurar.

Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham amenizar a gamificação: o futuro do processo educativo. Dessa maneira, cabe o Governo e a Sociedade, fazer debates sobre o futuro do processo educativo, por meio de palestras, noticiários, publicidades. Inclua essas e diversas outras no cotidiano, assim tendo, uma sociedade igualitaria. Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artistico.