Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 17/06/2022

Em outubro de 1988, a sociedade conheceu um dos documentos mais importantes da história do Brasil: A Constituição Cidadã, cujo conteúdo garante o direito a educação. De maneira análoga a isso, a perpetuação da gamificação evidencia que os brasileiros estão distantes de viver a realidade pregada na Carta Magna. Nesse prista, destacam-se dois aspectos: Desigualdade social e acessibilidade.

Em primeira análise, evidencia-se a desigualdade social. Sob essa ótica, a Lei de terras norte-americana de 1862 diz que todos poderiam ter acesso à terra, desde que pagassem 1 dólar. Dessa forma, essa iniciativa norte-americana democratizou o acesso à propriedade, bem como ocorre a gamificação, visto que aqueles sem capital não tem a mesma oportunidade dos favorecidos da sociedade.

Além disso, é notório a acessibilidade. Desse modo, Paulo Freire- pai da pedagogia- desenvolveu a obra “Pedagogia do Oprimido” onde retratada a ideia de que a falta do acesso à educação é uma ferramenta de opressão social. Consoante a isso, a nova realidade de educação que vem sido aplicada está ligada com a exclusão de pessoas de baixo acesso, em razão de não ter recursos financeiros para adquirir a atualidade, não seguindo os padrões impostos pela socidade, e automaticamete sendo isencionados para tal prática.

Despreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a gamificação como processo educativo. Dessa maneira, cabe o Ministério da Educação, responsável pelo ensino de todo o país, fazer distribução de eletrônicos, por meio de impostos destinados a educação, a fim de que todos tenham direitos e oportunidades igualitárias. Somente assim, o que está previsto na Constituição Federal se concretizará.