Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 29/06/2022
Barão de Itararé, um dos criadores do jornalismo alternativo, durante o período da ditadura no país, estava certo ao dizer: “O Brasil é feito por nós, só falta desatar os nós”. Nesse sentido, o desinteresse dos estudantes pela educação se apresenta como um dos nós a serem desatados. Nessa perspectiva, seja pela falta de incentivo da população, seja pela negligência governamental, o descaso com a rede de ensino básico continua, afetando de forma negativa o cotidiano, o que exige reflexão urgente.
Em primeira análise, o descaso estatal com a forma de educação que faz os jovens largarem a escola, mostra-se um desafio, uma vez que poucos recursos são destinados pelo Estado para despertar o interesse dos jovens brasileiros. De acordo com os dados da PNAD, aproximadamente 50 milhões de pessoas no Brasil, não completaram o ensino básico, isso mostra a importância de meios alternativos nas escolas, como forma de despertar o interesse dos estudantes. Cosoante a isso faz-se mister que o Estado invista minimamente em jogos educativo para solucionar o problema.
Somado a isso, a falta de incentivo ao governo pela população dificulta na execução da resolução de melhorias para a diversidade de novos jeitos de ensino. Segundo o jornalista irlandês George Bernard “O progresso é impossível sem mudanças”. Analogamente, reivindicações da sociedade pelo desenvolvimento na educação são necessárias para a realização de mudanças nessas áreas.
Portanto, a lacuna educativa no Brasil, é preocupante . Para amenizar esse cenário urge que o Estado invista, por meio de verbas em gameficação no país, afim de despertar novamente o interesse da população jovem nos estudos. E ainda, cabe a população promover manifestações, através de abaixo-assinado direcionados ao governo, com o intuito de o Estado cumprir o seu dever, com objetivo de não deixar com que os estudantes fiquem desamparados. Somente assim, será possível permitir uma melhoria no funcionamento da sociedade no Brasil.