Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 19/06/2022
Segundo Immanuel K., “é no problema da educação que se assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade”. De maneira análoga a isso, tem-se, na educação brasileira, um processo denominado gamificação, técnica que consiste em usar jogos em situações educacionais. Nesse prisma, destacam-se dois importantes aspectos: a negligência estatal e a desigualdade social.
Em primeiro plano, evidencia-se a ineficácia governamental como impulsionadora do revés. Sob esse viés, segundo S. Freud., “a nossa civilização é em grande parte responsável por nossas desgraças. Seríamos muito mais felizes se a abandonássemos e retornássemos às condições primitivas”. Consoante a isso, nota-se que o governo negligencia ações necessárias para a implementação da gamificação na educação, sendo a ausência da internet um ponto crucial para tal, visto que a utilização de metodologias tecnológicas não é contemplada de forma igualitária.
Além disso, consequentemente, é notório a disparidade econômica, influenciando fortemente o problema. Sob essa ótica, segundo Ariano S., “a nação brasiliana é dividida em duas vertentes: a dos privilegiados e a dos despossuídos”. Dessa forma, percebe-se que a aplicação da gamificação na educação da nação verde-amarela ocorre de forma desigual devido ao fato de que alguns ainda perduram sem a estrutura escolar necessária para utilizar os dispositivos eletrônicos que ofertam essa inovadora ferramenta tecnológica.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham conter tal imbróglio. Para tanto, cabe ao Ministério da Educação - órgão responsável pela Política Nacional de Educção (PNE) - investir na reforma de espaços de informática nas escolas, por meio da compra de novos equipamentos, para proporcionar aos alunos uma infraestrutura necessária para tornar a tecnologia uma aliada da educação. Somente assim, encontraremos o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade, como disse Immanuel K.