Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 11/07/2022
No século XX, a Escola Frankfurt se aplicou sobre o estudo das tecnologias. Sob esse viés, esperava-se que as massas tivessem um acesso mais democrático aos bens culturais. De maneira análoga a isso, a gamificação não é acessível a todos. Portanto, destacam-se dois aspectos importantes: O aumento a evassão escolar e a ausência de medidas governamentais agravam essa situação.
Diante desse cenário, evidencia-se o aumento da evassão escolar por falta de interesse e ensino monótomo aos alunos. Sob essa ótica, segundo o IBGE(2021), cerca de 4 milhões de brasileiros abandonaram a escola na pandemia, por falta de recursos, aulas online difíceis de entender, contribuindo para a dificuldade de aprendizagem. Dessa forma, a gamificação pode ajudar a diminuir a evassão nas escolas, pois facilita os estudos através da tecnologia.
Além disso, é notório que a ausência de medidas governamentais colaboram para a diminuição do aprendizado dos estudantes. Desse modo, é preciso que retores educacionais e tecnológicos cresçam em conjunto, levando as escolas ensino com a tecnologia. Consoante a isso, o filósofo Immanuel Kant, " É no problema da educação que assenta o grande segredo do aperfeiçoamento da humanidade". Sendo assim, é necessário que o governo leve a gamificação as escolas.
Em vista dos fatos supracitados, faze-se necessária medidas para ampliar o uso da gamificação escolar. Dessa maneira, cabe ao Governo Federal elaborar um plano educacional, em parceria com o Ministério da Educação e da Tecnologia, por meio de jogos e filmes didáticos da matéria dada em aula, com o objetivo de melhorar o aprendizado dos alunos, a fim de proporcionar uma educação de fácil estudo e interessante. Somente assim, terá um ensinamento democrático como se esperava no século XX.