Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 04/07/2022
Desde à Revolução Industrial, tem-se grandes avanços tecnológicos e que acometem em diversas mudanças no nosso dia a dia. No contexto atual, esses avanços estão presentes, principalmente em formato de jogos, jovens e até mesmo adultos, todos ligados nessa nova forma de se divertir. Apesar de servir como forma de lazer, esses jogos também podem ser usados no processo educativo de crianças e adolescentes, porém, o deficit educacional e a falta de apoio governamental são fatores que impossibilitam essa inserção.
É lícito mencionar a fala atribuida ao educador brasileiro, Paulo Freire. “Se a educação sozinha não muda a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” Essa citação se relaciona diretamente ao tema, já que, é justamente o atraso no sistema educacional, e a falta de cuidado em fornecer um ensino de qualidade e atrativo por parte dos colégios, que acabam levando à um atraso educacional, formando alunos “robôs” que estão ali apenas por obrigação, faltando algo que lhes motive, os dê interesse.
Ademais, é notório que a falta de ações governamentais alicerçam o tema. É de suma importância citar a Constituição de 1988, a qual garante a todos os indivíduos o direito à educação. No entanto, percebe-se que ela não esta presente no contexto atual, pois as instituições que o governo disponibiliza não são o suficiente, e nem mesmo chega à toda população. Dessa forma, diversas pessoas não tem o seu direito atendido e os que tem, não disfrutam dos aparelhos necessários que ajudam no seu processo educacional.
Mediante o exposto, faz-se necessário que o Ministério da Educação inicie programas que promovam a maior exposição dos jovens a essa “gamificação”, por meio de eventos escolares, com o objetivo de tornar os estudos mais atraentes, ajudar nas relações escolares e fazer com que se divirtam enquanto adquirem conhecimento. Dessa forma, teria-se um aumento de estudantes que completam as etapas da educação básica e que estão bem preparados para o mercado.