Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 28/06/2022
Segundo a Lei da Inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne o problema do gamificação na educação, que segue sem uma intervenção que o resolva. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importante: a ausência de investimento e a a falta de conhecimento.
Em primeira análise, a escassez de investimentos mostra-se como um dos desafios à resoluçao do problema. Segundo dados da Fundação Getúli Vargas, a taxa de investimento no Brasil, somando setores públicos e privados, está no seu menor nível nos últimos 50 anos. No entanto, para agir sobre problemas coletivos, como a questão da gamificaçao nas escolas, é preciso investimento massivo. Como há uma lacuna financeira no que tange o impasse, sua progressão será um problema.
Outrossim, a falta de conhecimento ainda é um grande impasse para a resolução da problemática. Nesse sentido, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica uma outra causa do revés: se as pessoas nao têm acesso à informação séria sobre games interligados a educação escolar, sua visão séra limitada, o que dificulta irradicação do problema.
É evidente, portanto, que tais entraves precisam ser solucionados. Dessa forma, o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União devem fiscalizar o destino dos investimentos brasileiros, afim de remanejá-los as áreas que mais nessecitam, como a educação e saúde. Para que tal tal destinação seja coerente com a realidade brasileira, estes órgãos podem criar consultas públicas, nas quais a população interaja e aponte questões como carência de suporte tecnológico, que precisam ser resolvidos com precissão. A partir dessas ações, espera-se promover a construção de uma Basil melhor.