Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 26/06/2022
O mito da caverna, de Platão, descreve a situação de pessoas que se recusavam a observar a verdade em virtude do medo de sair de sua zona de conforto. Fora da alusão, a realidade brasileira caracteriza-se com a mesma problemática no que diz respeito ao futuro do processo educativo. Nesse sentido, estratégias precisam ser aplicadas para alterar essa situação, que possui como causas o silenciamento e a falta de conhecimento.
Em primeira análise, a falta de debate é um desafio presente nesse cenário. O filósofo Foucault defende que, na sociedade pós-moderna alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno da gamificação como algo benéfico para o desenvolvimento educacional, que tem sido silenciado. Assim, sem diálogo sério e massivo sobre esse problema, sua resolução é impedida.
Outro ponto relevante, nessa temática, é a falta de conhecimento. Nesse contexto, o filósofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não têm acesso à informação séria sobre a importância da gamificação para a desempenho da educação, sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação da questão.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Para que isso ocorra, o Ministério da Educação deve desenvolver palestras em escolas, a serem webconferenciadas nas redes sociais desses órgãos, por meio de entrevistas com especialistas no assunto, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema e suprimir essa problemática. A partir dessas ações, espera-se promover a construção de um Brasil melhor.