Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 01/07/2022

Durante a Covid-19 o sistema educacional tentou seguir as atualidades e as novas tecnologias, de forma análoga a isso, conseguimos observar a gamificação da educação, também, como uma forma de conversar com as novas técnologias e se aproximar da nova geração de estudantes.

Em primeira análise, evidencia-se que quando a educação começa a dialogar com esse novo mercado, o resultado é uma junção harmonica. É possivel ressaltar os investimentos crescentes da área da gamificação entre 2012 e 2018, onde a Opusphere mostra uma crescente econômica de mais de 1 bilhão de doláres. Sob está otíca, podemos ressaltar a criação de uma versão especial do jogo Minecraft: o MinecraftEDU, o jogo mais famoso da Mojang, agora com uma versão voltada ao aprendizado e presente em mais de 1.000 escolas. Desta forma, vemos que é uma área de crescimento.

Além disso é notório o interesse do público alvo (alunos) nesta crescente. Deste modo, podemos recordar do educador Paulo Freire que defendia uma educação libertadora e com um olhar humanizado ao estudante. Consoante a isso, a gamificação como forma de ensino olha para o movimento de atualização de interesse destes e se adequa para gerar interesse naqueles que precisam aprender.

Portanto, é necessário, a adoção de medidas que venham ampliar a gamificação na educação. Desta maneira, cabe ao MEC (Ministério da Educação e Cultura) olhar para esse movimento e desenvolver jogos que conversem com a matriz do currículo escolar, disponibilizar como matérial de apoio para os professores e garantir que os alunos possam ter acesso a estes games fora e dentro da sala de aula, afim de que os estudantes possam aprender de forma didática e se interessarem pelo conteúdo. Somente assim, o sistema educacional estará atualizado e pronto para que, caso houver um novo lockdown, como no Covid-19 ele poderá se assegurar que os seus alunos ainda estarão interessados em aprender.