Gamificação: o futuro do processo educativo?

Enviada em 06/07/2022

O advento da Terceira Revolução Industrial, possibilitou a tecnologia tornar-se um elemento intrínseco ao cotidiano social, o que ocasionou nimios avanços na sociedade. De maneira análoga a isso, uns dos avanços foi a gamificação, a qual utiliza dinâmicas de jogos objetivando despertar o interesse e a melhora no aprendizado.Porém, seu uso ainda não foi democratizado entre os estudantes brasileiros . Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a falta de interesse e a desigualdade social.

Em primeira análise, evidencia-se a falta de interesse dos estudantes em investir na educação. Sob essa ótica, dados feitos pela PNAD Continua 2019, do IBGE, das 50 milhões de pessoas de 14 a 29 anos do país, 20,2% (ou 10,1 milhões) não completaram alguma das etapas da educação básica,grande parte foi por falta de renda familiar e por gravidez (nesse caso, as mulheres) . Dessa forma, observa-se a grande evasão escolar no Brasil, onde se faz um baixo investimento do pais na educação.

Além disso, é notório a grande desigualdade social existente na sociedade, a qual prejudica muito setores. Deste modo, Zygmuntt Bauman, sociólogo polonês, conceitua como ´´Instituição Zumbi´´, as instituições que deixaram de exercer a suas funções sociais. Tal conceito faz jus ao uso inadequado dos papéis das instituições brasileiras ,impedindo assim, a implantação difundida da gamificação. Consoante a isso, faz-se necessário a utilização correta dos papéis sociais, afim de de alcançar seu objetivo.

Depreende-se portanto, a adoção de medidas que venham ampliar o uso da gamificação na sociedade brasileira. Desta maneira, cabe ao Ministro das Comunicações ,priorizar a difusão da internet no território nacional, por meio de políticas públicas de inclusão ,afim de ofertar ala no âmbito sócio educacional. Somente assim a gamificação será difundido no país, e incentivará educandos e ocasionará avanços na sociedade.