Gamificação: o futuro do processo educativo?
Enviada em 13/07/2022
O economista Arthur Lewis afirma que “Educação nunca foi despesa, sempre foi investimento com retorno garantido”. De maneira análoga a isso, surge o questionamento da gamificação como o futuro do processo educativo. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a evasão escolar no ensino e a má formação socioeducativa de profissonais.
Em primeira análise, evidencia-se a grande e notável evasão escolar no ensino causada, principalmente, pela carência de interesse dos estudantes. Sob essa ótica, mais de 19% dos alunos entre 14 a 29 anos não concluíram a educação básica, segundo o IBGE. A gamificação trás um caráter educativo com potencial de atrair o interesse do educando, estimular a sua participação nas aulas, imaginação e autonomia, também é um mercado que está em expansão por possuir efetividade na situação de aprendizagem em seus jogos.
Além disso, é notório a má formação socioeducativa dos profissionais da área de educação, já que tem se tornado um desafio social e educacional aguçar a vontade de aprender nos jovens atualmente. O uso de elementos dos jogos desperta curiosidade e proporciona a criação de novas dinâmicas em sala de aula por meio do diálogo, e resolução de desafios através de alguns recursos como recompensas, personificação, busca por objetivos, seguimento de regras e acumulação de pontos. Consoante a isso “A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo” como afirma Nelson Mandela.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar a gamificação no futuro do processo educativo. Dessa maneira cabe ao Ministério da Educação, adequar o sistema educacional brasileiro, por meio da capacitação de profissionais e investimentos na área, afim de diminuir consideravelmente a evasão escolar, garantindo o direito á educação e reafirmando que a educação não despesa e sim um investimento com retorno garantido, como afirma o economista ArthurLewis.